domingo, 24 de julho de 2016

Des Amis du Mouton Degustam Grand Crus e Outros Vinhos, na ABS-Rio.

Cena de Abertura, com um "Recuerdo" de um Encontro com Márcia Parente, ao lado de Roberto Rodrigues, em foto 
montagem de Bob Chefe.

Pois o Grupo pediu e Baco atendeu o desejo de se degustarem vinhos melhores. Assim, o Confrade Godofredo Duarte trabalhava em sua Prancheta, sobre a qual deitava o olho direito e, ao mesmo tempo, mantinha o esquerdo num monitor, acompanhando um Leilão Virtual de Vinhos.  Criatividade de Arquiteto transbordando à flor da pele.


O Confrade Michel Batista faz um brinde com o Mestre.

Godofredo via desfilar as ofertas do Leilão e, pelo WhatsApp, consultava o Mestre Roberto Rodrigues, que se encontrava na Pérgula do Copacabana Palace, no jantar harmonizado da Miolo, que apresentava o Lote 43, Safra 2012.


O Confrade Rodrigo Caldas se entusiasma com os Vinhos.

Viva a tecnologia, que nos salva nessas horas! Roberto recomendou: Compre o Portentoso Lafite 1999 até o preço de R$ 1.900,00, pois não se sabe se está bom. Realmente, era até aí que queríamos arriscar. Assim foi feito...


Godofredo Duarte, Mélaine Rouge e Rodrigo Caldas.

A expectativa do Grupo era enorme: Será que vamos degustar um vinhaço ou teremos a decepção de deitarmos mil reais pelo ralo da pia, em soluços?


Uma Panorâmica da Grande Mesa de Degustação.


Flagrante de um momento de carinho do belo casal.


O "Desfile das Garrafas" dos Portentosos Vinhos.


Pommard AOC 2010, de Louis Jadot, França, Bourgogne, (extra, trazido 
direto de lá pela Mélaine). Notas: RR = 89,0 e Grupo = 89,7
Um Pommard bem interessante e que entrou na hora certa.


Château Lafite Rothschild 1999 1er Grand Cru, AOC Pauillac, de Château Lafite Rothschild, França, Bordeaux, R$ 1.050,00 (comprado em leilão pelo Godô); o preço nos USA é de US$ 145.00 (que coisa!), RR = 94,0 e Grupo = 94,4 com WS=94Não foi uma safra de alta qualidade em Bordeaux; imagine se fosse! Ainda pronto, com longa vida pela frente. O da Safra 2008 está a US$ 2.150,00 na Mistral. Verdadeira pechincha. Muito bom. Pena que acabou...

Vinho de muito boa cor vermelho granada, muito escura, escorregadio, com reflexos alaranjados, opaco e muito límpido. No exame Olfativo, mostra-se franco, amplo e fragrante, porém com um grande caminho para o etéreo. Revela uma profusão de Aromas de rosa seca, baunilha, caramelo, frutas vermelhas como cassis, ameixa (em calda), jabuticaba, louro, tabaco, couro, pele de salame, subois, alcaçuz, tostado, caça... Vinho muito fino, muito intenso e persistente. Na Boca, é seco, sápido, com a alcoolicidade de equilibrada para quente, macio, encorpado e com taninos domados.


Quinta da Leda 2004 DOC Douro, de Casa Ferreirinha, Portugal, Douro, 
R$ 400,00 (português que emigrou pro Brasil), RR = 91,0 e Grupo = 93,2 
com WS=90. Vinho de qualidade no auge para ser consumido, daí a nota alta.


Bâtard-Montrachet Grand Cru 2008, de Domaine Blain-Gagnard, França, 
Bourgogne, Notas: RR = 95,0 e Grupo = 93,7, com WS=95.

Vinho franco, amplo e fragrante, porém já começando a sua caminhada para o etéreo. Revela uma Sinfonia de aromas: Mineral, amanteigado, de coco queimado, mel, pêssego, abacaxi maduro, feno cortado, milho verde, funcho, casca de limão, uma discreta baunilha (denotando a passagem por barrica), champignon...

"Foi o vinho da noite (ninguém deixou uma gota). Trazido por Carol da viagem à Bourgogne e comprado num caviste que indiquei. Simplesmente perfeito, mas ainda muito jovem (foi um infanticídio vínico). A Mistral tem vários Bâtard-Montrachet, mas não esse; para a safra 2010, os preços começam em US$ 820.00!", escreveu o Mestre...

Os créditos pela descrição dos vinhos (grafia na cor verde) são do Professor Roberto Rodrigues, a quem o Mesa de Baco é grato. O Grupo agradece, de modo efusivos, aos que trouxeram os vinhos, bem como ao Godofredo Duarte, muito bem treinado nos leilões.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Des Amis du Mouton Degustam Portentosos Vinhos de Collares.

Mestre RR não consegue esconder a emoção, diante de um 69.

Eu sempre me encantei pela região de Collares! E esse misto de curiosidade e encanto se inoculou em mim no Curso Básico da ABS-Rio, quando o Professor Ricardo Farias discorreu, em uma das suas belas aulas, sobre o flagelo da Phylloxera vastatrix, que, levada da América do Norte para a Europa, devastara os vinhedos daquele Continente e de outras plagas do Mundo... Mas a região de Collares ficara incólume ante o ímpeto implacável do terrível inseto. Plantadas em pé franco, em solo de areia, as raízes da vinha penetram muito profundamente, de modo que o pulgão não consegue se desenvolver.

Um "desfile" de bela cor do Moscatel Roxo nas taças.

De modo que fiquei assaz entusiasmado, quando o Professor Roberto Rodrigues anunciou que degustaríamos essas relíquias herdadas de Baco. A região de Collares conta uma vasta história: Trata-se da segunda região demarcada mais antiga de Portugal (1908)...O início do vinhedo de Collares vem dos remotos tempos  do Império Romano.  No entanto, foi o Rei Afonso III de Portugal (1255) quem ordenou o plantio da vinha naquela região, quando fez a doação do pequeno Reguengo de Collares. Assim, a gleba foi plantada com videiras trazidas da França.


Panorâmica da Grande Mesa de Degustação da ABS.

Collares é uma pequena região vinícola situada perto de Lisboa, no concelho de Sintra, circundando a Freguesia de Collares, entre a montanha e o mar. A região  é uma DOC e se estende ao longo da costa do Atlântico. As vinhas são protegidas por dunas de areia. A região produz tintos encorpados, de cor densa e bastante taninosos. A certificação da DOC Collares é dada pela Comissão Vitivinícola Regional de Bucelas, Carcavelos e Collares.


A Confreira Laura Cavallieri propõe um brinde ao Grupo.

Por causa dos fortes ventos vindos do Atlântico, as vinhas crescem sem condução, expandindo-se horizontalmente pelo solo. Para a proteção do vinhedo, as mesmas são cobertas por paliçada de cana. Por ocasião do crescimento dos cachos, os vinhateiros suspendem as ramas individualmente com astes de cana, de modo a não tocarem o solo, para evitar que apodreçam.


Seguida no Brinde pela Confreira Mélaine Rouge.

A principal Casta é a tinta Ramisco, que, em outras regiões, é praticamente inexistente. A Ramisco é muito ácida e tânica, resultando em vinhos com longo potencial de guarda. Essa Casta Tinta representa 80 % dos vinhedos, enquanto que a Casta Branca Malvasia, por outro lado, também representa 80 % das brancas nessa região.


O Confrade Michel Batista, que nos regalou com um Vinho.

No  mundo pós Philloxera, havia uma escassez de vinho enorme e Collares sorria triulfante, com os seus vinhedos a proliferar... Oferta e procura altas, sempre foram os ingredientes propícios para negócios rentáveis. Certamente deve ter havido uma época em que Collares alcançara uma trajetória ascendente,  para se tornar uma das mais proeminentes regiões vinícolas da Europa. Mas esse não seria o seu destino.


A confreira Carol Figueira, com Rodrigo Caldas e Oscar Daudt.

 A região passou da condição de quase o centro do mundo do vinho, para estar à beira da extinção em que se encontra hoje. E o motivo é obvio: É muito difícil, trabalhoso e caro se cultivar vinhas ali. É um trabalho demasiado árduo! A região sofre especulação imobiliária (expansão urbana de Lisboa), o que a tornou uma das menores regiões vinícolas de Portugal... Entretanto, depois que Portugal entrou para a UE, a Região voltou a crescer e hoje já há muitos vinhedos de enxertia, aumentando a área plantada de 20 a 30 ha., para 100 ha., nos últimos dez anos.


O "Desfilar das Garrafas" dos vinhos provados na noite.

Os Collares são vinhos de caráter único, pela especificidade do terroir presente na Região. Uma região caracterizada pela exposição a ventos salgados, nevoeiros matinais e solos arenosos com vinhas em pé franco.


Destaque para os dois Portentosos Collares.


Jaen 2013 DOC Dão, de Quinta da Alameda Santar, Portugal, Dão.
Eu$ 21,00 (exterior), RR = 86,0 e Grupo = 86,7.  Um belo exemplar 
dos novos vinhos do Dão com a casta Jaen. Ainda muito jovem.


Collares tinto 1999 DOC, de Viúva José Gomes da Silva & Filhos, Portugal, Lisboa. Eu$ 19,00 (Exterior), RR = 88,0 e Grupo = 85,6. Exemplar tipico de um Collares. De vinhedos não muito velhos, o que o faz evoluir rápido.


Collares Reserva Tinto DOC 1969 (pé franco), de Viúva José Gomes da Silva & Filhos, Portugal, Lisboa. Eu$ 44,00 (Exterior), RR = 92,0 e Grupo = 88,3. Belo Collares de vinhas em pé franco e bem antigas. Pareceu-me ainda muito jovem (mais até do que seu primo degustado antes). Casta Ramisco.

Ao ataque, revela nítidos aromas defumados, mercaptano (que se desvanece com a evolução na taça); terroso (terra úmida) feno seco, pinho, "subois", carne assada, frutas secas, passificadas (cereja?), café, tabaco, groselha, romã...

Endre Yountville Napa Valley 2007, de Kapcsandy Family Winery, USA, Napa. (Extra, trazido por Michel), RR = 91,0 e Grupo = 90,9 com WS=90. Excelente corte bordalês de Yountville (Napa).

Lamentavelmente, esse vinho era falsificado: O Professor Roberto Rodrigues levou a garrafa para casa retirou o rótulo, como de costume, verificando que, por baixo do mesmo, havia outro rótulo. Mas o vinho que a garrafa continha era um vinho de qualidade, mascarando a fraude.


Excellent Moscatel Roxo DOC Setubal nv, de Quinta do Anjo, Portugal, Setubal. Eu$ 39,15 (Exterior), RR = 93,0 e Grupo = 94,5.Belo exemplar de Moscatel Roxo de um produtor desconhecido.

No Nariz, uma sinfonia de aromas de baunilha e caramelo...frutas secas, damasco seco, amêndoas, nozes, figo em compota, mel, alcaçuz... Na Boca, é doce, vivo, quase muito quente, redondo, encorpado e pouco tânico. Ainda se pode guardar por muitos e muitos anos (feito felicidade engarrafada!). 

RR explica que a Moscatel Roxo é uma mutação da Casta Moscatel, que é uma casta branca. somente é encontrada na Península de Setúbal

Principais Castas na DOC Moscatel de Setúbal:

Principal casta tinta: Moscatel Galego Roxo;
Principal casta branca: Moscatel de Setúbal (Moscatel Graúdo).

O Mesa de Baco agradece aos Confrades e Confreiras que trouxeram vinhos, em sua missão incansável de garimpar pelos porões das adegas do mundo a fora. Não poderia deixar de agradecer, também, ao Professor Roberto Rodrigues, que possui os créditos pela descrição dos vinhos, que destaquei em verde. Enfim, pela bela aula a nós ministrada, numa noite que nos ficará indelével na memória.

Des Amis du Mouton Degustam Portentosos Vinhos de Collares.

Mestre RR não consegue esconder a emoção, diante de um 69.

Eu sempre me encantei pela região de Collares! E esse misto de curiosidade e encanto se inoculou em mim no Curso Básico da ABS-Rio, quando o Professor Ricardo Farias discorreu, em uma das suas belas aulas, sobre o flagelo da Phylloxera vastatrix, que, levada da América do Norte para a Europa, devastara os vinhedos daquele Continente e de outras plagas do Mundo... Mas a região de Collares ficara incólume ante o ímpeto implacável do terrível inseto. Plantadas em pé franco, em solo de areia, as raízes da vinha penetram muito profundamente, de modo que o pulgão não consegue se desenvolver.

Um "desfile" de bela cor do Moscatel Roxo nas taças.

De modo que fiquei assaz entusiasmado, quando o Professor Roberto Rodrigues anunciou que degustaríamos essas relíquias herdadas de Baco. A região de Collares conta uma vasta história: Trata-se da segunda região demarcada mais antiga de Portugal (1908)...O início do vinhedo de Collares vem dos remotos tempos  do Império Romano.  No entanto, foi o Rei Afonso III de Portugal (1255) quem ordenou o plantio da vinha naquela região, quando fez a doação do pequeno Reguengo de Collares. Assim, a gleba foi plantada com videiras trazidas da França.


Panorâmica da Grande Mesa de Degustação da ABS.

Collares é uma pequena região vinícola situada perto de Lisboa, no concelho de Sintra, circundando a Freguesia de Collares, entre a montanha e o mar. A região  é uma DOC e se estende ao longo da costa do Atlântico. As vinhas são protegidas por dunas de areia. A região produz tintos encorpados, de cor densa e bastante taninosos. A certificação da DOC Collares é dada pela Comissão Vitivinícola Regional de Bucelas, Carcavelos e Collares.


A Confreira Laura Cavallieri propõe um brinde ao Grupo.

Por causa dos fortes ventos vindos do Atlântico, as vinhas crescem sem condução, expandindo-se horizontalmente pelo solo. Para a proteção do vinhedo, as mesmas são cobertas por paliçada de cana. Por ocasião do crescimento dos cachos, os vinhateiros suspendem as ramas individualmente com astes de cana, de modo a não tocarem o solo, para evitar que apodreçam.


Seguida no Brinde pela Confreira Mélaine Rouge.

A principal Casta é a tinta Ramisco, que, em outras regiões, é praticamente inexistente. A Ramisco é muito ácida e tânica, resultando em vinhos com longo potencial de guarda. Essa Casta Tinta representa 80 % dos vinhedos, enquanto que a Casta Branca Malvasia, por outro lado, também representa 80 % das brancas nessa região.


O Confrade Michel Batista, que nos regalou com um Vinho.

No  mundo pós Philloxera, havia uma escassez de vinho enorme e Collares sorria triulfante, com os seus vinhedos a proliferar... Oferta e procura altas, sempre foram os ingredientes propícios para negócios rentáveis. Certamente deve ter havido uma época em que Collares alcançara uma trajetória ascendente,  para se tornar uma das mais proeminentes regiões vinícolas da Europa. Mas esse não seria o seu destino.


A confreira Carol Figueira, com Rodrigo Caldas e Oscar Daudt.

 A região passou da condição de quase o centro do mundo do vinho, para estar à beira da extinção em que se encontra hoje. E o motivo é obvio: É muito difícil, trabalhoso e caro se cultivar vinhas ali. É um trabalho demasiado árduo! A região sofre especulação imobiliária (expansão urbana de Lisboa), o que a tornou uma das menores regiões vinícolas de Portugal... Entretanto, depois que Portugal entrou para a UE, a Região voltou a crescer e hoje já há muitos vinhedos de enxertia, aumentando a área plantada de 20 a 30 ha., para 100 ha., nos últimos dez anos.


O "Desfilar das Garrafas" dos vinhos provados na noite.

Os Collares são vinhos de caráter único, pela especificidade do terroir presente na Região. Uma região caracterizada pela exposição a ventos salgados, nevoeiros matinais e solos arenosos com vinhas em pé franco.


Destaque para os dois Portentosos Collares.


Jaen 2013 DOC Dão, de Quinta da Alameda Santar, Portugal, Dão.
Eu$ 21,00 (exterior), RR = 86,0 e Grupo = 86,7.  Um belo exemplar 
dos novos vinhos do Dão com a casta Jaen. Ainda muito jovem.


Collares tinto 1999 DOC, de Viúva José Gomes da Silva & Filhos, Portugal, Lisboa. Eu$ 19,00 (Exterior), RR = 88,0 e Grupo = 85,6. Exemplar tipico de um Collares. De vinhedos não muito velhos, o que o faz evoluir rápido.


Collares Reserva Tinto DOC 1969 (pé franco), de Viúva José Gomes da Silva & Filhos, Portugal, Lisboa. Eu$ 44,00 (Exterior), RR = 92,0 e Grupo = 88,3. Belo Collares de vinhas em pé franco e bem antigas. Pareceu-me ainda muito jovem (mais até do que seu primo degustado antes). Casta Ramisco.

Ao ataque, revela nítidos aromas defumados, mercaptano (que se desvanece com a evolução na taça); terroso (terra úmida) feno seco, pinho, "subois", carne assada, frutas secas, passificadas (cereja?), café, tabaco, groselha, romã...


Endre Yountville Napa Valley 2007, de Kapcsandy Family Winery, USA, Napa. (Extra, trazido por Michel), RR = 91,0 e Grupo = 90,9 com WS=90. Excelente corte bordalês de Yountville (Napa).

Lamentavelmente, esse vinho era falsificado: O Professor Roberto Rodrigues levou a garrafa para casa retirou o rótulo, como de costume, verificando que, por baixo do mesmo, havia outro rótulo. Mas o vinho que a garrafa continha era um vinho de qualidade, mascarando a fraude.


Excellent Moscatel Roxo DOC Setubal nv, de Quinta do Anjo, Portugal, Setubal. Eu$ 39,15 (Exterior), RR = 93,0 e Grupo = 94,5.Belo exemplar de Moscatel Roxo de um produtor desconhecido.

No Nariz, uma sinfonia de aromas de baunilha e caramelo...frutas secas, damasco seco, amêndoas, nozes, figo em compota, mel, alcaçuz... Na Boca, é doce, vivo, quase muito quente, redondo, encorpado e pouco tânico. Ainda se pode guardar por muitos e muitos anos (feito felicidade engarrafada!). 

RR explica que a Moscatel Roxo é uma mutação da Casta Moscatel, que é uma casta branca. somente é encontrada na Península de Setúbal

Principais Castas na DOC Moscatel de Setúbal:

Principal casta tinta: Moscatel Galego Roxo;
Principal casta branca: Moscatel de Setúbal (Moscatel Graúdo).

O Mesa de Baco agradece aos Confrades e Confreiras que trouxeram vinhos, em sua missão incansável de garimpar pelos porões das adegas do mundo a fora. Não poderia deixar de agradecer, também, ao Professor Roberto Rodrigues, que possui os créditos pela descrição dos vinhos, que destaquei em verde. Enfim, pela bela aula a nós ministrada, numa noite que nos ficará indelével na memória.